1° ARGUMENTO: Vivemos numa situação mundial, onde o capitalismo e globalização são predominantes e fazem mal aos povos, onde só o que importa é o Ter e não o Ser que, com certeza, um currículo que abrangesse estudos sobre a cultura indígena, em muito iria acrescentar de qualidade à nossa vida. Aqui, relato uma demonstração, como premissas deste argumento, uma forma que demonstra que a vida dos índios é muito mais social que pensamos e, que com certeza, temos muito que aprender com eles. E, este currículo em muito desmistificaria a idéia distorcida que muitos tem sobre os índios.
“A principal marca do mundo indígena é a diversidade de povos, culturas, civilizações, religiões, economias, enfim uma multiplicidade de formas da vida coletiva e individual.”
“As relações de parentesco têm uma força muito grande nas sociedades indígenas. Tudo o que produzem, plantam, caçam ou pescam é dividido entre os parentes. É o princípio de reciprocidade coletiva.”
“Todos os membros de uma tribo têm o mesmo direito de usufruir da terra e de seus recursos, é a posse coletiva da terra, por isso dizemos que as sociedades indígenas são igualitárias, não existem ricos nem pobres, nem patrões nem empregados.”
2° ARGUMENTO: Conforme afirma Marilene Leal Pare (Auto-Imagem e Auto-Estima na Criança negra: Um Olhar sobre o seu Desenvolvimento Escolar) os atos discriminatórios diminuem a auto-estima e inibem o pleno desenvolvimento cognitivo. Esta afirmação é válida para qualquer discriminação de qualquer etnia, pois qualquer sujeito em si apresenta características únicas, porém universais, tendo que, em qualquer cultura ser respeitado em sua totalidade, como ser humano que é. Acrescenta a autora, a importância de um planejamento de um currículo no qual esteja presente o esquema de pensamento de origem africana e, vou mais além, um que priorize todas as origens, inclusive a indígena. Com certeza o preconceito é um astuto “inimigo” da educação.
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